Virgulino (ou Lampião?), Ditadura e guerras de memórias

Virgulino Ferreira da Silva, vulgo Lampião, morreu muito antes de o regime militar ser implantado com o Golpe de 1964. Na verdade, a relação aqui é a minha produção acadêmica sobre as guerras de memórias – conceito que tem me guiado nesses últimos anos de pesquisa. No segundo semestre de 2014, publiquei artigos sobre este tema nas revistas Lumina e Revista Brasileira de História da Mídia, ambas com dossiê sobre os 50 anos do Golpe Militar.

Na Lumina, o texto foi sobre O Estado nas guerras de memórias dos 50 Anos do Golpe Militar, cujo corpus foi o especial produzido pelo site Estadão. Enquanto na RBHM publiquei o artigo De Virgulino a Lampião: guerras de memórias nos filmes sobre o cangaceiro mais famoso do Brasil, minha primeira experimentação de fato de um pensamento sobre as guerras de memórias. Os dois textos, ainda introdutórios e semi-ensaísticos, buscam caminhos para trabalhar a noção das guerras de memórias nos meios de comunicação, algo que venho desenvolvendo melhor no estágio doutoral no LCP do CNRS, com orientação de Isabelle Veyrat-Masson e interlocução com outros autores interessados na temática.

Para quem se interessa pelo assunto, vale a leitura! E estou aberto ao debate.

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